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 Uma viagem delicada que durou vários dias. Os mais de 100 civis retirados da Azovstal pelo comboio humanitário já chegaram a Zaporizhzia. Mas há mais ainda retidos na siderurgia de Mariupol, que está sob ataque do exército russo

O comboio humanitário organizado pelas Nações Unidas e pela Cruz Vermelha já passou o último posto de controlo das forças russas e chegou, finalmente, a Zaporizhzhia.



A caravana, que traz mais de 100 civis retirados da siderurgia Azovstal - o último reduto da cidade sitiada de Mariupol - esteve retida no último posto de controlo, numa localidade junto ao rio Dnipro - a cerca de 40 quilómetros de Zaporizhzhia.

Mas este não foi o único grupo de civis a enfrentar dificuldades ao passar pelos corredores humanitários. Segundo revelou o autarca de Mariupol, Vadym Boychenko, as tropas russas estão a impedir cerca de 2.000 civis, que saíram de Mariupol, de chegarem a Zaporizhzhia.

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